Modernidade e vanguarda: relembrando a Semana de Arte Moderna

Neste ano, um marco e também um divisor de águas na cultura do Brasil: a Semana de Arte Moderna — também conhecida como Semana de 22, que ocorreu em São Paulo, no Teatro Municipal, de 11 a 17 de fevereiro — completará 95 anos.

A partir daquele momento, os modernistas deixaram de lado a cultura “europeizante”, a influência das tendências culturais vindas da Europa, ao acrescentar um tanto de brasilidade nas artes, começando a construir uma identidade genuinamente nacional, distante dos moldes europeus, que pouco representavam o povo brasileiro. modernidade

Modernidade

Cartaz da Semana de Arte Moderna de 1922, autoria de Di Cavalcanti.

Foi um evento que contou com a participação de diversos artistas vanguardistas — músicos, artistas plásticos, escritores, que apresentaram suas instalações de arquitetura, escultura, pintura, além de declamações de poemas, recitais e palestras — e inaugurou um novo movimento cultural no Brasil: o Modernismo. Nas artes plásticas, essa revolução foi particularmente intensa. Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento, principalmente por causa da pintura — e da participação de Di Cavalcanti, que fez parte da organização do evento —, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti. Os trabalhos de Anita apresentavam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro. Já as obra de Di Cavalcanti seguem outra direção, sua pintura não apresenta orientação definida e suas obras revelam certo ecletismo, alternando o tom romântico e "penumbrista", com as inspirações em Pablo Picasso, Georges Braque e Paul Cézanne, que o levam à geometrização da forma e à exploração da cor. Tarsila do Amaral, apesar de não estar presente no evento de 1922, é lembrada como um dos grandes nomes do Modernismo brasileiro. A pintora associou a experiência francesa — de onde retira a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna — a temas nacionais, numa fase "pau-brasil", caracterizada por paisagens nativas, seguida de um curto período antropofágico, que despontou com Abaporu, sua obra mais famosa.
A Motorino, no Brasil, também representa esse conceito de modernidade, de busca pelo novo, correspondendo à paixão dos brasileiros por liberdade, novidade e estética, com um diversificado portfólio de produtos para atender aos mais diversos perfis de público. São scooters exclusivas que aliam as linhas clássicas com recursos da mais avançada tecnologia — como câmbio automático, itens de segurança adequados ao trânsito intenso das cidades brasileiras e motorização inteligente em sintonia com a crescente consciência ambiental do público consumidor — o que as tornam muito mais modernas.
A Semana de Arte Moderna deixou um legado importante para a cultura nacional, que tal comemorar essa data realizando alguma atividade cultural? Pode ser uma visita a um museu da sua cidade ou procurando conhecer o trabalho de artistas plásticos, escritores ou músicos locais.

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